Você pode estar convicto de que os portões eletrônicos e o sistema de alarmes, já bastam para garantir a segurança da sua empresa; ou que todos os seus funcionários são de confiança e não cometeriam nenhum deslize. Mas contar com a sorte quando o assunto é segurança é muito arriscado, concorda?

Mesmo que nada grave tenha acontecido, segurança é prioridade e as precauções necessárias devem ser tomadas. Agora, se a sua empresa já passou por alguma situação desagradável recentemente, como furto ou roubo, você já está ciente dos impactos causados por esse tipo de ocorrência e entende a urgência da implantação rápida de soluções de segurança.

Furtos internos geram um grande prejuízo para as organizações, que muitas vezes demoram para perceber o ocorrido e ainda mais para identificar o funcionário responsável. O clima organizacional também é prejudicado por esse tipo de incidente, que gera desconforto e até atritos dentro das equipes.

No caso de roubos ou furtos que ocorrem no interior da empresa, praticados por terceiros, além da perda financeira existe também o impacto emocional, uma vez que o sentimento de insegurança passa a ser predominante e os colaboradores não se sentem protegidos nem mesmo dentro dos portões da organização. Então como evitar que isso aconteça?

 

Boas práticas e políticas de segurança

O primeiro passo para evitar assaltos e furtos é avaliar criteriosamente as vulnerabilidades da companhia através de levantamentos técnicos – que são chamados de Análise de Risco. Para isso, é importante estar atento aos detalhes que possam facilitar a ação criminosa, como áreas sem monitoramento, pouco iluminadas ou com fragilidades, como aberturas nos telhados ou dutos de ar sem proteção.

Além disso, alguns cuidados devem ser tomados. Por exemplo:

  • Se as chaves das principais entradas da empresa se perderem ou não foram devolvidas por um ex-funcionário, troque as fechaduras. Essa medida também deve ser tomada se o local tiver sido comprado ou alugado recentemente.
  • Não favoreça a ação criminosa ao oferecer esconderijos ou locais para a escalada. Isso significa que você deve sempre manter entradas e saídas limpas e livres de obstáculos, bem como arbustos e árvores longe de portas e janelas. Também não deixe objetos como escadas e ferramentas expostos.
  • Proteja vidros de portas e janelas com painéis de segurança, barras ou grades sempre que possível.

Mas não são apenas os ajustes estruturais que irão garantir a segurança patrimonial – a empresa deve tomar medidas internas. Por exemplo, ainda na fase de recrutamento, a postura ética do candidato precisa ser levada em consideração e o entrevistador deve fazer perguntas ou aplicar testes que o ajudem a avaliar esse quesito.

Também é preciso criar uma Política de Segurança e conscientizar os colaboradores sobre os seus benefícios. Isso pode ser feito por meio de treinamentos e campanhas de motivação, que  ajudarão a demonstrar a importância das normas e como elas beneficiam todos os envolvidos, bem como os riscos decorrentes da falta de adesão e colaboração.

 

A terceirização da segurança patrimonial também ajuda a evitar incidentes

Apenas uma empresa especializada em segurança patrimonial terá a competência necessária para realizar os estudos de vulnerabilidade e apontar todas as falhas de segurança da sua organização. Também será de responsabilidade da terceirizada disponibilizar os recursos (humanos e tecnológicos) para corrigir as falhas e garantir a proteção do patrimônio, pessoas, cargas e valores.

Procure por uma empresa que ofereça soluções integradas de segurança (patrimonial, eletrônica e treinamentos) e você não precisará mais se preocupar!

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